Pivô

5 de dezembro de 2019
Onyeka Okongwu
Idade: 19 anos País: Estados Unidos Universidade: USC Experiência: freshman (primeiro ano universitário) Posição: pivô Altura: 6’9″ (2,06m) Envergadura: 7’1″ (2,16m) Peso: 111 kg Médias na última temporada: 16.2 pontos, 8.6 rebotes, 1.1 assistência, 1.2 roubo de bola, 2.7 tocos, 2.0 desperdícios de bola, 61.6% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 25.0% de aproveitamento nas bolas de três pontos, 72.0% de aproveitamento nos lances livres,...
12 de outubro de 2019
N’Faly Dante

O africano de 17 anos, chegará à NCAA como um dos jogadores com maior margem de crescimento – já que foi introduzido ao basquete apenas no ano de 2014 e, embora tenha mostrado traços de dominância no circuito AAU, ainda está aprendendo as nuances mais complexas do jogo.
Sua coordenação motora e mobilidade impressiona para um jogador de seu tamanho – questões que somadas à envergadura de elite e ao ótimo tempo de bola, lhe dão tremendo potencial no lado defensivo, onde é projetado como um protetor de aro fora dos gráficos (média de 2.1 tocos no Nike EYBL 2019 e impressionantes 1.2 no Mundal sub-17 – torneio em que atuou média de apenas 9.2 minutos por partida). Suas ferramentas físicas e os instintos naturais o tornam ainda um excelente alvo na transição ofensiva, situações nas quais corre com muita fluidez a partir de suas passadas largas e exibe boas mãos para dominar passes em movimento antes de finalizar no aro com ótima elevação e um toque naturalmente macio ao redor do aro.

Embora tenha muito a evoluir no aspecto físico, Dante tem uma força acima da média (113kg) em relação a atletas longos como ele – apresentando tipo corporal a Joel Embiid, quando este se apresentou para a pré-temporada na Univ. de Kansas.

Além de possuir boa força física, o malinês mostra um importante gosto pelo contato – não se intimidando na hora de fazer screens para lá de sólidos a fim de liberar seus ball handlers e/ou ‘trombar’ com adversários – espalhando seu corpo na briga pelos rebotes nos dois lados da quadra, área na qual, aliás, tem se mostrado muito potencial (média de 10.5 no Nike EYBL 2019). Em termos de ‘skill’, Dante tem muito a evoluir. Apesar de bom toque e mecânica, seu arremesso de média distância ainda é para lá de inconsistente e seu lance-livre é apenas ‘decente’ a essa altura (60.5% de aprov. no Nike EYBL 2019) – além disso o pivô mostra muita dificuldade na hora de colocar a bola no chão e erros de fundamento como: trazer a bola para baixo após pegar rebotes, expondo-a aos jogadores menores; e sendo pego mal posicionado em rotações defensivas.

17 de janeiro de 2019
Jaxson Hayes
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23 de novembro de 2018
Charles Bassey

Caso tivesse optado por se inscrever no Draft de 2019, Bassey provavelmente teria sido selecionado como uma escolha de final de primeira rodada ou, na pior das hipóteses, de início de segunda rodada.

O fato do pivô que, em 18-19, teve médias de 14.6 PTS (62.7% FG), 10 RBTS e 2.4 tocos ter optado por retornar para seu segundo ano na Univ. de Western Kentucky demonstra que ele quer mais: ser ainda mais dominante na temp. 19-20 e se consolidar como uma escolha de loteria.

Sua habilidade de correr a quadra com passadas fluidas e muita explosão – somada à tremenda envergadura, faz dele um excelente encaixe para o papel de ‘homem grande moderno’ no lado ofensivo, cuja principal responsabilidade é bater o oponente na transição e finalizar pontes-aéreas e ‘drop offs’ ao redor do aro.

O nigeriano tem – no entanto, muito mais em ‘sua bagagem ofensiva’. Com um trabalho de pernas ‘old school’, usa seu corpanzil para estabelecer posição no post baixo antes de receber a bola e, depois de recebê-la, exibe muita fluidez em seus drop steps para criar espaço a fim de finalizar com um toque macio em seus ganchos.

Bassey, de apenas 18 anos, exibe ainda potencial interessante em seu arremesso – com ótima mecânica quando com espaço e o mesmo toque macio que demonstra ao redor do aro (76.9% de aprov. no lance-livre e 45% nos 3-PT com um total de 20 arremessos tentados em 18-19).

Defensivamente, no entanto, seu encaixe na NBA levanta uma série de dúvidas. Apesar de um protetor de aro de elite – com grande tempo de bola, braços longos e o atleticismo para reagir rapidamente, Bassey pode ser o elo fraco de sua equipe quando forçado a defender PnR’s e trocar no perímetro.

Com pés um tanto ‘pesados’, mostra muita dificuldade para se mover lateralmente – atributo imperativo para se compor uma rotação na NBA atual.

Além de corrigir essa lacuna crucial em seu skillset, Bassey terá de lutar contra o fato de atuar em uma conferência pouco qualificada – como a ‘Conference USA’, questão que acumulará dúvidas entre os scouters quanto sua habilidade de performar contra competidores de maior nível.

19 de outubro de 2018
Bruno Fernando

Após boa temporada de estreia, o angolano decidiu retornar para Maryland a fim de garantir uma posição na primeira rodada do draft de 2019.
Com 2,10m de altura e envergadura de 2,21m, Bruno Fernando tem medidas ideias para um pivô da NBA – sobretudo se considerarmos sua boa combinação de capacidade atlética e agilidade para mover os pés defensivamente, bem como suas excelentes mãos para dominar passes difíceis e finalizar próximo ao aro.
Diferente de outros pivôs cuja a habilidade principal é a imposição física, Bruno tem a seu favor o bom toque no arremesso – traduzido pelos 74% de aproveitamento na linha do lance-livre.
Em 2018-2019, o jogador precisará se estabelecer como um dos melhores reboteiros do basquete universitário e diminuir a quantidade de turnovers a fim de garantir um lugar nas 30 primeiras escolhas do draft.

15 de outubro de 2018
Austin Wiley

Comparação: Andre Drummond

O jogador de 19 anos, 2,11m de altura e envergadura de 2,14m se destaca quando ao redor do aro nos dois lados da quadra.

Com bom toque para finalizar ganchos de curta distância no ataque e um ótimo tempo para o rebote ofensivo – além de igual tempo de bola para bloquear chutes no outro lado, Wiley é visto como um futuro bom substituto na NBA que, melhorando sua condição atlética para conter melhor o pick and roll no lado defensivo, pode vir a se tornar um titular na posição 5 de uma equipe que não tenha seu jogo baseado no jogo de post dentro do garrafão.

Após dar indícios de que se inscreveria definitivamente no draft de 2018 mesmo perdendo toda a temporada universitária por conta de uma suspensão, o pivô decidiu por voltar para a Universidade de Auburn – onde terá a oportunidade de mostrar que evoluiu em termos de mobilidade para defender múltiplas posições e situações de jogo.

15 de outubro de 2018
Nazreon Reid

Comparação: Julius Randle

Com 2,09m de altura, envergadura de 2,16m o jogador tem medidas consideradas medianas para um pivô na NBA – se levarmos em consideração os titulares da posição 5 da liga.

No entanto, com o ‘small ball’ cada vez mais em voga, Reid não deve ter muitas desvantagens de altura nos momentos mais decisivos dos jogos – quando as equipes priorizam a manutenção de jogadores mais versáteis e ágeis em quadra.

Apesar de parecer ‘pesadão’ com seus 114kg, o novo atleta de LSU é bastante móvel e extremamente habilidoso. Por ter atuado como armador durante o basquete colegial, ele tem ótimo controle de bola e pode tranquilamente pegar o rebote e bater bola no contra-ataque para finalizar no costa-a-costa ou criar para seus companheiros na transição.

Sólido defensivamente – sobretudo pela capacidade de conter o pick and roll e trocar em jogadores mais baixos, seu principal desafio é mostrar que pode converter arremessos de média e longa distância. Questão que separará seu futuro entre ser um bom titular ou uma potencial estrela da liga.