Nacionalidade
usa Estados Unidos
Posição
Ala-Pivô
Altura
2,03m
Peso
100kg
Time Atual
Florida State Seminoles
Universidade
Season:

Idade: 19 anos
País: Estados Unidos
Universidade: Florida State
Experiência: freshman (primeiro ano universitário)
Posição: ala-pivô / ala
Altura: 6’8’’ (2.03m)
Envergadura: 6’11’’ (2.11m)
Peso: 102 kg

Médias na última temporada: 9.2 pontos, 4.0 rebotes, 1.0 assistência, 1.0 roubo de bola, 1.0 toco, 1.7 erro de ataque, 45.9% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 32.0% de conversão nos tiros de três pontos e 83.8% de acerto nos lances livres em 22.5 minutos de ação por partida

PONTOS FORTES

– Williams parece o protótipo de um combo forward profissional do ponto de vista físico: possui 2.03m de altura, combinados a 2.11m de envergadura e corpo muito fortalecido para um garoto de 18 anos;

– Ativo nos dois lados da quadra, o prospecto corre de um lado a outro da quadra com dedicação e esforça-se em cada lance. Ser explosivo é um diferencial, mas pouco vale se não for aliado a empenho;

– Um de seus mais sólidos atributos ofensivos é a movimentação sem a posse da bola. Oportunista, ele sabe ler a reação das defesas e encontrar os espaços para dar opção de passe para armadores. Mostra potencial como roller;

– Possui controle de bola e qualidade de passe adequada para um combo forward, capaz de oferecer alguma versatilidade para sistemas ofensivos e dar-lhe condição de atacar mismatches pontualmente;

– Aproveitamento acima de 80% nos lances livres indica que Williams pode desenvolver-se em um arremessador mais confiável do que é atualmente. Sua mecânica soa muito “travada”, mas é consistente;

– Mostra inesperado potencial como chutador em pull ups, após poucos dribles, graças à dificuldade que marcadores têm para contestá-lo por ter um alto ponto de lançamento em sua mecânica de tiro;

– Trata-se, provavelmente, do melhor ala protetor de aro do draft: rotaciona rápido e com inteligência para contestar finalizações, sabe trabalhar com a verticalidade e, em proporção, comete poucas faltas;

– A instintividade apurada de Williams vai além da proteção de aro, na verdade. É um dos jogadores mais eficientes em ajudas ofensivas, antecipa linhas de passe e exibe uma alta compreensão da dinâmica defensiva coletiva para alguém tão jovem;

– Acostumou-se a ser produtivo e causar impacto em um limitado tempo de quadra no basquete universitário, sendo eleito o melhor reserva da conferência ACC mesmo sem ser um grande pontuador;

– Embora ainda cometa erros comuns a um atleta de 18 anos, o prospecto parece ser bastante consciente de suas limitações dentro de quadra e apresenta uma seleção de arremessos sólida;

– Williams só vai completar 19 anos de idade em agosto, possui bons atributos físico-atléticos e o jogo espaçado da NBA deverá ser um ambiente mais amigável para suas habilidades. Há considerável upside a ser desenvolvido aqui.

PONTOS FRACOS

– Não se trata de um jogador particularmente rápido e ágil, apesar de correr a quadra e dar várias mostras de explosão. Parece ter pés lentos e “pesados”, especialmente no lado defensivo da quadra;

– Para um jogador ambidestro e com um perfil físico tão interessante, os números como finalizador em torno do aro de Williams são uma relativa decepção. Exibe dificuldades para finalizar contra contato;

– Passa longe de ser um criador de jogadas ou ter uma visão de quadra particularmente especial. É um atleta de muito mais transpiração do que inspiração, como comprova sua proporção de quase dois erros de ataque por assistência distribuída;

– Seu papel ofensivo no próximo nível é constantemente apontado como ser espaçador de quadra, mas o fraco aproveitamento nos tiros de três pontos (32%) com baixíssimo volume não é um sinal animador;

– Williams também não projeta ser um arremessador dinâmico: precisa de tempo para chutar por conta da mecânica lenta, não tem coordenação para ser usado saindo de bloqueios e muda forma quando apressado ou contestado;

– Reboteiro, na melhor das hipóteses, mediano pensando no basquete profissional. Seus instintos de posicionamento e capacidade de proteger espaço soam um problema em potencial na tábua defensiva;

– Seu tempo de reação na defesa parece lento demais, o que faz com que caia em fintas constantemente, tenha dificuldades para mudar de direção no perímetro e fique preso em bloqueios mais vezes do que deveria;

– Ele é seriamente exposto quando tenta defender jogadores mais baixos e rápidos no perímetro – o que será muito comum na NBA. A movimentação lateral não é das piores, mas, estranhamente, parece ter pés lentos e quadris “engessados”.

– É difícil saber exatamente quem ele pode marcar no próximo nível. Mostrou estar mais confortável marcando pivôs do que alas no basquete universitário, mas não sei se tem as ferramentas físico-atléticas para fazê-lo contra profissionais;

– Williams possui instintos animadores no lado defensivo da quadra, mas é um projeto ainda muito pouco desenvolvido tecnicamente. A maior parte de seus fundamentos técnicos variam entre insatisfatórios e adequados nesse momento.

Projeção: segunda metade da primeira rodada