Nacionalidade
usa Estados Unidos
Posição
Ala-Pivô
Altura
2,06m
Peso
100kg
Time Atual
Dayton Flyers
Universidade
Season:
O termo 'live body' é utilizado por scouters norte-americanos para descrever jogadores que pela combinação de agilidade e atleticismo parecem simplesmente ganhar a maioria das 'bolas divididas', se recuperar 'do nada' quando parecem já estarem batidos na defesa e são um pesadelo na tábua ofensiva de rebotes pela habilidade de saltar múltiplas vezes como quem quica na quadra. Quarto colocado em nosso Mock Draft, o ala-pivô Obi Toppin (Dayton) certamente se encaixa dentro desse perfil que, na NBA, tem em Montrezl Harrell (Clippers) e Pascal Siakam (Raptors) dois de seus principais expoentes. Com 2,06m de altura e envergadura de 2,11m, o sophmore tem sido um dos jogadores mais dominantes da atual temporada universitária atuando majoritariamente na posição 5, onde sua mobilidade, explosão - e skill - causam constantes mismatches para a defesa adversária. Com excelente 'timing' para disparar sem a bola em contra ataques e muita velocidade na quadra aberta, Toppin é um pesadelo para pivôs tradicionais na transição - batendo-os facilmente para finalizar cestas fáceis na área pintada. Na meia quadra, ele atua em sua melhor versão quando utilizado em cenários de pick and roll - nos quais faz bom trabalho oferecendo ângulos de passe para os companheiros e mostra estupendo controle corporal para dar sequência à jogada após receber a bola em movimento, seja atacando o aro com muita agressividade sem colocar a bola no chão, usando seu controle de bola compacto para encontrar gaps na defesa a fim de subir para seus 'ganchinhos' curtos com muito toque. Sua efetividade atacando o aro tem sido ainda potencializada pela evolução que teve como arremessador (34% de aprov. com 2.8 tent. em 19-20) - o que faz com que seus marcadores tenham de respeita-lo do perímetro, dando-lhe a oportunidade de atacar closeouts em linha reta colocando a bola no chão e/ou de 'rolar' para a cesta com muita agilidade para bater a marcação pressionada. O fato de ser um 'live body' se extende também para sua atuação no lado defensivo onde se mantém extremamente ativo ao pressionar ball handlers em PnR's em dobras e hard hedges para forçar turnovers (1.1 roubo) - sempre se apoiando em sua agilidade para retornar ao matchup inicial e ainda ser um fator na proteção do aro (1.3 toco). Seu conforto para mover os pés no perímetro o dá ainda o potencial de ser efetivo quando utilizado em trocas defensivas no próximo nível.