Nacionalidade
usa Estados Unidos
Posição
Ala-Pivô
Altura
2,08
Peso
89kg
Time Atual
Maryland Terrapins
Universidade
Season:

Idade: 20 anos
País: Estados Unidos
Universidade: Maryland
Experiência: sophomore (segundo ano universitário)
Posições: ala-pivô / pivô
Altura: 6’10” (2,08m)
Envergadura: 7’1″ (2,16m)
Peso: 102 kg

Médias na última temporada: 15.5 pontos, 10.5 rebotes, 0.8 assistência, 0.7 roubo de bola, 2.4 tocos, 1.7 desperdício de bola, 53.8% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 36.8% de aproveitamento nas bolas de três pontos, 75.0% de aproveitamento nos lances livres, 31.3 minutos por jogo

PONTOS FORTES 

– Boa presença como protetor de aro, sabe usar a verticalidade para alterar arremessos sem cometer faltas (apenas três faltas por 40 minutos)
– Ótimo toque ao redor do aro. Usa ambas as mãos.
– Toque macio na bola se traduz também para o arremesso do perímetro. Efetivo em spot ups (parado, esperando a bola) e em cenários de pick and pop na linha dos três pontos
– Mostra potencial também em situações de arremesso longo também em movimento, potencial para abrir a quadra em cenários de slip screens como Brook Lopez (Milwaukee Bucks) tem sido utilizado em 2019-2020
– Habilidoso para a posição de pivô. Pode colocar a bola no chão e atacar o aro em linha reta contra closeouts agressivos
– Ativo na tábua ofensiva de rebotes (3.2 por jogo em 19-20).
– Boas mãos. Domina passes em movimento e em áreas congestionadas
– Gosta do jogo físico, a despeito de ainda necessitar de evolução em termos de força física (4.8 lances livres por jogo em 19-20)
– Deu um salto físico importante na atual temporada em relação à 18-19. Muito menos franzino.

PONTOS FRACOS

– Mobilidade abaixo da média para um big man contemporâneo.
– Enorme dificuldade para se manter à frente de jogadores menores em trocas
– Força seus treinadores a utilizarem coberturas ‘baixas’ de pick and roll por sua dificuldade para conter o homem da bola e retornar para seu matchup inicial
– Pouca explosão atlética diminui sua produtividade como roller em situações de pick and roll
– Abaixo da média espaçando a quadra verticalmente. Quase não é uma ameaça para lobs
– Evoluiu fisicamente e compete na defesa de post, mas ainda terá, ao menos no início da carreira, dificuldades para conter pivôs tradicionais na área pintada
– Corre a quadra com vontade, mas falta de velocidade o limita como rim runner em cenários de transição. Em seu melhor como trailer, ou seja, chegando por último na quadra de ataque para explorar opções de arremesso contra uma defesa correndo para trás
– Pouca visão de jogo como passador. Tende a ser um buraco negro ao receber a bola no post, olhando para a cesta e se esquecendo dos companheiros (média de 1.5 turnover e apenas 0.8 assistência em seus dois anos na NCAA).

Comparações: Myles Turner (Indiana Pacers) com menor potencial como protetor de aro

Projeção: final de primeira rodada ou início da segunda