Nacionalidade
usa Estados Unidos
Posição
Ala-Armador
Altura
1,98m
Peso
88kg
Universidade
Season:

Idade: 20 anos
País: Estados Unidos
Universidade: Duke
Experiência: freshman (primeiro ano universitário)
Posição: ala-armador / ala
Altura: 6’5.5’’ (1.97m)
Envergadura: 6’6’’ (1.98m)
Peso: 87.5 kg

Médias na última temporada: 12.6 pontos, 4.9 rebotes, 1.0 assistências, 0.7 roubos de bola, 0.7 tocos, 1.9 erros de ataque, 47.4% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 36.0% de conversão nos tiros de três pontos e 73.3% de acerto nos lances livres em 27.4 minutos de ação por partida

PONTOS FORTES

– Stanley é um verdadeiro atleta de elite, com surreal condicionamento e impulsão que superou Zion Williamson nos testes atléticos de Duke. Tem grandes chances de ser um futuro vencedor do Concurso de Enterradas;

– Ótimo e explosivo finalizador em torno da cesta, que aterroriza defesas operando em transição e aproveita-se de sua impulsão acima da média para ser um alvo vertical para armadores em lobs;

– Ele é um infiltrador natural atacando closeouts, como pode-se imaginar pela condição atlética, com o bônus de lidar com contato muito bem e cavar faltas. Cobrou quase 6.0 lances livres por 40 minutos na última temporada;

– Arremessador difícil de ser contestado por conta da impulsão e mecânica rápida, que converteu animadores 36.0% de aproveitamento nos tiros de três pontos e mais de 73% de seus lances livres;

– Embora não seja o reboteiro mais produtivo, Stanley impressiona pela capacidade de pegar rebotes ofensivos pontuais e finalizar com incisão. Precisa ser bloqueado por um adversário, mesmo que esteja longe da cesta;

– Possui subestimado rendimento como marcador em sistema coletivo: não é um atleta que fica “perdido” contra dinâmicas ofensivas mais elaboradas e, pontualmente, exibe noção de ajuda bastante certeira;

– Seu potencial como um defensor versátil, que defende múltiplas posições no perímetro, é enorme por conta de sua condição atlética e agilidade lateral. Alguns de seus tocos em armadores são exemplos disso;

– O papel ofensivo que teve em Duke, como válvula de escape e espaçador de quadra ao lado de Vernon Carey Jr., encaixa-se com o que deverá fazer sua função na NBA. Sua seleção de arremessos, nesse sentido, é bastante adequada;

– Stanley tem muito mais upside do que um prospecto comum de sua idade e não resta dúvidas de que o jogo da NBA, mais espaçado e rápido, será muito mais adequado às suas virtudes.

PONTOS FRACOS

– Se a condição atlética impressiona, Stanley possui um perfil limitações no âmbito da envergadura (1,98m) – elemento que limita seu potencial no lado defensivo da quadra

– Distribuiu anêmicas 0.55 assistência para cada erro de ataque que cometeu em sua única temporada por Duke, o que expõe a falta de visão de quadra em movimento de Stanley;

– Apesar de ser esforçado, o prospecto é pontualmente indisciplinado nos dois lados da quadra – especialmente, na defesa – e pode perder-se em um ímpeto mais agressivo aqui e ali;

– Não possui instintos defensivos dos mais apurados em termos de antecipação, que são ainda mais expostos por sua falta de envergadura para quebrar linhas de passe e contestar arremessos;

– É difícil imaginar como Stanley, em um dia pouco inspirado pontuando, poderá ajudar uma equipe consistentemente nesse momento. Seu atleticismo precisa tornar-se mais funcional, em especial, marcando;

– Trata-se de um freshman mais velho que o normal (completará 21 anos até o início da temporada que vem)

Projeção: primeira metade da segunda rodada