Saiba como Dillon Brooks (Grizzlies) – titular importante e terceiro cestinha de Memphis na atual temporada – se encaixa nos quesitos de nossa Fórmula do Steal.

O ala-armador foi a 45ª escolha do draft de 2017 pelo Grizzlies:

1 – Múltiplos anos de basquete universitário ou em ligas europeias

Atuou por três temporadas na Univ. de Oregon, liderando a equipe em pontuação em seus dois últimos anos por lá – com média de 16.4 PTS e eficientes aproveitamentos de 47.8% FG e 37% 3-PT (3.9 tentativas) no acumulado das temporadas 15-16 e 16-17.

Como júnior, Brooks liderou o programa à sua primeira aparição no Final Four do torneio da NCAA desde a longínqua season de 38-39, quando Oregon conquistou o primeiro e único título nacional de sua história.

O feito que contribuiu para que o ala fosse selecionado para o 2º time All American de 16-17.

2 – Medidas físicas medianas para a posição

Apesar dos 2,01m de altura representarem boa medida para alguém que flutua entre as posições 2 e 3, sua envergadura de 1,98m lhe confere um alcance abaixo da média para um ‘wing’ na NBA contemporânea.

3 – Jogo mais baseado nas habilidades e na inteligência do que na capacidade atlética

Em análise publicada em maio de 2017, o analista do Draft Express – Julian Applebome, destacou a habilidade de Brooks colocar a bola na cesta a despeito de suas limitações físicas e atléticas.

“Apesar de suas ferramentas físicas apenas medianas, Brooks se provou um pontuador bastante habilidoso, agressivo e versátil no nível universitário – mostrando a capacidade de pontuar dentro e fora do garrafão (…) existem questionamentos sobre sua habilidade de pontuar no garrafão na NBA contra atletas de elite, já que ele carece de um grau de ‘explosão'”, afirmou – antes de complementar.

“Para seu jogo se traduzir bem para a NBA, será essencial que ele continue evoluindo em seu arremesso a partir do perímetro”.

 

**Até aqui, em 2019-2020, Brooks conectou 40% de uma média de 5.4 tentativas de 3-PT

4 – Atuam em universidades ou em equipes europeias que não possuem tanta ‘hype’

Oregon não está entre os programas mais badalados da PAC-12, onde é uma espécie de coadjuvante para Arizona e UCLA. Nos últimos 20 anos, os ‘Ducks’ tiveram cinco escolhas de primeira rodada.

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